Só falta você!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Apanhado de frases pessoais


Seguem algumas máximas de minha autoria que deliberei por expô-las:

Durante toda sua vida você pode mudar muito, porém uma coisa permanece imutável para todo o sempre: a sua essência.

Nunca subestime a idiotice e a maldade, ambas são comumente praticadas.

Como eu posso existir para o mundo se ele não me dá chances para se apresentar?

Reclamar do que está errado é tarefa simples para qualquer um, mas até quando as pessoas estão dispostas a sacrificarem-se pelo bem geral?

Não é ilusão extinguir o capitalismo, ilusão é acreditar no capitalismo.

Quem não ousa só repousa.

“Moradores de rua” não existem. O que existem são pessoas que foram cruelmente abandonadas na rua devido a um sistema perverso.

A revolução começa a partir do momento que o homem deixa de servir o homem.

O problema não é a pobreza de dinheiro, e sim a de caráter.

Antes morrer rebelando-se, do que viver uma vida inteira de escravidão.

Mal sabem os jovens que a política é mais fácil do que a matemática e menos entediante do que a química.

A arte é algo que todos têm o direito de desempenhar.

Os seus apegos são os seus pontos fracos.

A alienação é o que existe de mais repugnante.

A verdade não é para qualquer um, tão-somente quem atinge o ápice da humildade pode aprender com ela.

A idolatria é uma mania que as pessoas têm. Esse equívoco faz com que elas elevem um determinado indivíduo humano a um nível ultra-humano, ou seja, algo que ele não é. 

A ignorância que os homens tinham no passado serve-nos para demonstrar o quão retrógrados nós somos em relação ao nosso tempo atual.

Os arrogantes são muito mais adorados do que os humildes.

Em princípio, vale muito a pena ler qualquer livro, seja ele de cunho romanesco ou acadêmico, todos eles de certa maneira, acrescentam a cada indivíduo.

A melhor crítica é fazer melhor.

A religião é como uma escultura de fezes, isto é, ela é relativamente bela por fora, mas fede e todos que nela trabalham são sujos capazes de transmitir moléstias.

O ser humano é um bicho tão assustadoramente hipócrita que é comum ele dizer uma coisa e fazer outra, e no fim disso ele ainda sorri.

A tríade: omissão, hipocrisia e individualismo, constituem perfeitamente o homem atual. 

O primeiro passo para deixar de ser alienado e/ou capitalista é admitir que você é um deles, entretanto, ninguém assume.

Pessoas sem brilho não reconhecem pessoas brilhantes.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A vida monótona como ela é


E se imaginássemos um mundo revolucionado, com toda vastidão de materiais teórico-socialistas e anarquistas operando na prática dos diferentes países. Seria de fato maravilhoso, finalmente o mundo experimentando o grande avanço que lhe faltava, no entanto, doravante surge um outro fator instigante relacionado a este porvir tão cobiçado. Afinal, quais intempéries restariam aos homens a fim de serem arrostadas? 

Ora, um mundo devidamente socialista, onde a terra e o pão pertencesse igualmente a todos os filhos do mundo, e por sua vez, anárquico, onde todas as pessoas pudessem fazer valer os seus critérios. Bem, é claro que o mundo não se tornaria perfeito, mas seria esse o seu único duto de salvação dada a grandeza a que se atingiu a sociedade global.

Portanto, já levando-se em conta a dureza do processo de adaptação para esses dois sistemas específicos, prevejo como a nova complicação para o homem no estágio pós-socialista e anarquista, a monotonia da vida.

Os homens estão muito ocupados com os embaraços atuais, que até parecem estar presentes desde sempre. Alguns se queixam da precariedade das condições humanitárias mais básicas, outros falam acerca de investimentos em tecnologias de ponta. Isso tudo vai mascarando o sentido vital em si. As questões filosóficas mais retrógradas estão pendentes até hoje, pois o homem inteligentíssimo não parou para pensar sobre elas. O fato é que enquanto a pergunta: "qual o sentido da vida?", não for solucionada, se é que um dia será possível, nenhuma das outras coisas poderão fazer sentido algum.

Logo, a "monotonia" à qual me refiro, obviamente que existe desde já, haja vista esse tirocínio incutido no homem por ele mesmo de trabalhar para sobreviver e reproduzir incessantemente, obedecendo a uma ordem inventiva. Mas ainda, a pergunta quanto ao sentido, mata qualquer ação motivacional do homem continuar com o que ele chama de "viver".  

Uma vez que, não sabemos do sentido da vida, ela é mais do que monótona, ela é um grande mistério. O que racionalmente falando, não tem significação alguma. Não importando se seu nome entrará para o rol histórico-humano através do reconhecimento de suas façanhas, pois de que servirá isso se não temos para onde ir?   

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Alimentando-se de ideias


Da mesma forma que Sócrates em suas andanças disparatadas pela Grécia Antiga, mais especificamente na cidade-estado de Atenas, onde o sábio indagava com questões filosóficas as pessoas que surgiam ocasionalmente em sua frente, eu identifico-me muito com essa ação.

Se Sócrates se dizia parteiro das ideias das pessoas, isto é, um intermediário entre o saber e os indivíduos, eu particularmente me sinto também sobre essa linha tênue, talvez por minha paixão ao pensar, a reflexão que, diga-se de passagem, não me foi necessário um mentor real, se não os dos próprios livros. Logo, confirmo que não é possível fabricar filósofos feito enlatados, o que somente pode haver é um processo de auto-formação.

Eu sou um sobejo defensor da ideia de que as pessoas são todas elas interessantes, embora os indivíduos inteligentes sejam mais atraentes, eu diria que até o mais ignorante de todos sempre tem algo a oferecer, isso é irrefutável. E pela razão de tanto eu como Sócrates, valorizarmos as pessoas como elas merecem, muitas vezes acabamos caindo em subestimação, exata e paradoxalmente por parte das próprias pessoas às quais dedicamos o nosso respeito, isso fica clarividente quando as atabalhoadas pessoas do mundo moderno dizem comumente: "outra hora conversamos", ou "outro dia", sem esquecer aquele: "desculpe, mas estou sem tempo agora", ou até de modo mais áspero como o "eu tenho mais o que fazer". Enfim, até Sócrates sofreu com isso em seu tempo, e hoje em dia isso só piorou. Mais do que nunca, instaurou-se a cultura do "Eu tenho mais o que fazer".  

O fato é que as pessoas adiam as conversas filosóficas devido ao fato delas serem pragmáticas demais. Por essa razão que elas veem o mundo de modo tão leviano, simplório e desleixado.

A minha identificação com quem é nada menos do que o principal filósofo já existente, não se reduz até aí. Quero dizer que Sócrates ao abordar abruptamente os seus concidadãos atenienses, significa antes de mais nada que ele buscava retirar algo das pessoas para si, como se fosse alimentar-se delas. É por isso que ele se esbaldava de comunicação, não obstante, eu também adoro interagir com gente. Portanto, assim como ele, eu sinto fome de pensamentos. 

Assim como o filósofo ateniense, eu sou capaz de passar horas conversando e só me dou conta quando sou interrompido pelo ruído estomacal do apetite, daí maquinalmente imagino que os colóquios poderiam também nos fornecer fibras alimentares suficientes para nos manter vivos. Ah, mas infelizmente a natureza não funciona assim. 

Pode ser que seja um tanto quanto pueril a minha idiossincrasia, enfim, eu sou assim mesmo, não permiti sucumbir a criança dentro de mim. De modo que a minha perspectiva deflagrou a questão de consumir ideias, imagine você como seria se os seres humanos ao invés de comida, alimentassem-se de ideias? Seria maravilhoso!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Apologia ao povo


Todos que me conhecem, sabem que detenho um sentimento especial para com o povo. É uma coisa muito superior a simples empatia, de modo que isso me incute, anseia-me a desenvolver o texto que se segue. 

Que tal começarmos pelo próprio termo? Ora, a palavra "povo" não seria promíscua demais? Com efeito, é uma forma não só muito consuetudinária como também abrangente de se referir às pessoas. No entanto, para bem definir a direção de minha homenagem, é necessário chegar antes a uma descrição do que vem a ser esse tal "povo", para se explanar melhor o que é que eu estou amando.

Para mim, o povo não se resume a leviana concepção de conjunto de pessoas, sendo-me mais profundamente entendido como classe. Logo, significa que o meu amor é destinado a minha categoria, a minha gente, a minha identificação.

Seguindo adiante, eu faria uma analogia do povo como uma criança que mal-educada, torna-se a principal vítima de si mesma. Ou seja, pela razão de não ter acesso a uma instrução decente, a criança, ou o povo, não se desenvolve tanto quanto poderia. 

Todavia, onde é que eu me encaixo nessa história? Bem, independente deu fazer parte dele, eu ao mesmo tempo sou consciente da minha condição plebeia, isso me torna uma rara exceção. E como exceção, eu jamais busquei me afugentar, tampouco me senti inferior. Aliás, para mim é uma inestimável honra fazer parte dos indivíduos responsáveis por todas as construções que nos cercam, pelo plantio e colhimento dos alimentos que nos sustentam diariamente,  e também pela gente que nos faz rir com sua infinita criatividade, enfim, por todos esses que fazem a vida ser viável nos mais diversos sentidos.

Então, identifica-se como povo, todos aqueles que se submetem à ordens. Nós somos o povo, portanto, para amar o povo é preciso amar a si mesmo.

Atenção para as falsas declarações de amor destinadas ao povo. Para nota-las, basta reparar o teor e a forma a que se referem ao povo, para clarificar isso, é quando o demagogo menciona "povão", pois este termo é torpe, e denota implicitamente o nojo, o desprezo para com as pessoas que compõe o elemento povo.  

O amor pelo povo só se torna verdadeiro quando num sentindo mais amplo, ou seja, o afeto deve ultrapassar as divisas de seu estado, as fronteiras de seu país, a fim de chegar muito mais longe, ela deve alcançar a todos, isto é, a humanidade. Portanto, é possível dizer que quem desperta um sentimento de amor pelo povo, ama necessariamente e sobretudo a humanidade.

Ainda em analogia, o povo é digamos uma criança ingênua, que exatamente por ser tão inocente, não sabe que unido torna-se uma força insuperável, mal sabendo que somente a força divina é a única acima de si. 

O povo é tão puro que é incapaz de perceber que está inserido num sistema dominador, onde ele é quem exerce o papel de dominado. Por isso, inconscientemente ele se auto-flagela, ele  não entende a si mesmo, de modo que aponta contra o próprio peito dizendo que é um bandido e que merece apodrecer na cadeia. Isto é, ele não tem noção de onde se origina a culpa, ele não sabe que o que ele é ou o que ele poderá ser, está estrita e friamente calculado por quem o governa. Logo, seria cego e hipócrita dizer que o povo não é ignorante, pois o povo é tão mentalmente pobre que não sabe discernir o que é ruim ou bom para ele mesmo, logo os erros cometidos pelo povo, por mais bárbaros que sejam são completamente perdoáveis.

Obviamente que o povo é imperfeito, não obstante, sempre o será. Eu porém, aceito os seus acertos, bem como as suas falhas.

A razão pela qual torna o povo imensamente severo e intolerante consigo próprio, é a sua burrice que, por sua vez, é ocasionada pelos governantes que além de faltar com o auxílio, utilizam-se de meios a fim de impedir o acesso a cultura e consequentemente bloquear o crescimento intelectivo populacional.

Talvez, o principal motivo que faz fervilhar compaixão em meu âmago por este povo, é precisamente o seu excesso de credulidade. Meu Deus! Alguém deve se sensibilizar com a estupidez do populacho e a partir disso acudi-los!

Para fechar, digo que apesar deu amar a "criança-povo" com todas as minhas forças, eu não estou aqui para assumir-me como o pai dela, eu apenas me solidarizo com essa criança, aproximadamente como um irmão mais velho eu diria. Eu enxergo zelar por ela como minha missão vital. 

Por fim, eu só desejo ver essa criança emancipar-se, governando a si mesma, sendo capaz de guiar-se sozinha com as suas próprias pernas, pensar com a sua própria cabeça. Pois que vamos dar a essa criança o que ela tanto precisa! Pois que vamos dar o seu devido valor! Pois que vamos educa-la para finalmente se tornar adulta!

E finalmente, por essa série de razões que eu sou capaz de viver e morrer pelo meu povo. Eis aqui, a textualidade mais altamente engajada de minha vida toda. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O medo e o respeito


Existe uma relação considerável entre os sentimentos de respeito e medo. Eu diria até que em grande parte das vezes o respeito é movido pelo medo. Isto é, alguns indivíduos só respeitam o outro por temê-lo e não pela devida estima que merece um ser humano.

Isso quer dizer que as pessoas respeitam sobretudo o que é autoridade. Muito mais do que um indivíduo que inspira dignidade com sua honestidade, sabedoria, moralidade entre outras virtudes. Em outras palavras: ter um caráter exímio não vale de nada.

Também é reconhecível que a tal autoridade é aplicada nas crianças em troca de respeito, como o responsável que aumenta o tom de voz para fazer valer a sua firmeza ao falar com o filho. Até aí tudo bem no entanto, tendo em vista que as crianças estão numa fase de aprendizagem da vida, ou seja, há a ressalva para as crianças que em sua idade é natural que necessitem de uma certa dureza exercida pelos seus pais, mas que paulatinamente vai se esvaindo conforme a criança cresce mentalmente.

A mesma regra porém, não deve valer para indivíduos adultos, ou seja, aqueles que já passaram pela fase infantil onde já deveriam ter aprendido a respeitar sem ter o medo. Todavia, não é o que se vê em boa parte das relações entre adultos, onde o um homem já crescido espera saber acerca das qualificações teóricas do outro para dosar o tamanho da cordialidade que deve empregar na relação para com outrem. Se caso se tratar de um simples empregado o tratamento é chulo, ou se caso for um homem do alto escalão, o tratamento certamente muda, tornando-se muito mais respeitoso. Portanto, o respeito em geral para com o outro é adequado frente aos diversos tipos de hierarquias existentes.

Logo, é possível afirmar que o respeito das pessoas não se ganha, e sim é imposto autoritariamente.  

Respeitar alguém só porque ela lhe oferece algum perigo é erradíssimo. Isso só vai extenuar ainda mais o autoritarismo exercido sobre ela própria.

Além disso, do mesmo modo que o respeito é incitado por meio do autoritarismo entre as patentes sociais, ele também é comprado. As pessoas respeitam muito mais um indivíduo que possui um carro importado do que um homem solidário que doa sangue regularmente. 

Se as pessoas só respeitam quem lhe impõe receio, elas não vão mais valorizar os requisitos para um sujeito verdadeiramente respeitável. Ou seja, a imposição de respeito pelo poder acaba sendo contributiva para um processo psicológico que se dá em cada indivíduo, tanto pelo que o inflige, como o que diz: "você sabe com quem está falando?", quanto pelo que atende ao referido dito reclinando a cabeça para baixo medrosa e respeitosamente.

Gostaria de salientar por fim que, não se preocupe com as pessoas que não lhe respeitam, por mais que você o mereça, pois essas pessoas não respeitam nem aos seus próprios pais, nem sequer a Deus.

Cuidado com os pronomes de tratamento, pois ninguém é senhor de ninguém. O verdadeiro Senhor está no céu.


E o mais pertinente: é grotesco se sujeitar ao papel de respeitar por obrigação, portanto não respeite as pessoas simplesmente pelo fato delas serem doutoras ou PhD's. Mas o que realmente importa e merece o respeito de todos nós, sãos as atitudes que as pessoas tomam ou deixam de tomar. Eu diria que é a bondade o crucial e intrínseco fator de mérito.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Os dois principais problemas do mundo atual


Nossa! Ante a um mundo imbuído de embaraços como é esse, não é tarefa simples selecionar os dois problemas mais aflitivos da humanidade. No entanto, eu escolhi pontuar acerca de dois tópicos que provavelmente você se identificará: a violência e a miséria.


Iniciando pela violência que por sua vez varia muito de grau, entre as suas diversas estirpes, digo que as armas de fogo são os inventos humanos mais catastróficos. O que contraria o que muitos pensam ser a imprensa a maior invenção da humanidade, sendo que em análise, fora o primeiro disparo de arma de fogo que revolucionou o mundo como nunca antes.


Os revólveres, as pistolas, os rifles, as metralhadoras, as armas de destruição em massa e assim evolutivamente, representam a maior violência existente do homem para com o homem. Tão imensa quanto essa violência, é a sua covardia, pois diferente da era medieval em que os homens pelo menos digladiavam entre si usando espadas, hoje eles são banalmente mortos desde esquinas até o lado de dentro de suas próprias casas. Ou seja, não há como se defender de um projétil vindo em sua direção, logo, isso faz da arma de fogo o objeto mais poltrão de todos, este é portanto o instrumento de maior violência, e para piorar ela ainda é agravada pelo fato de estar acessível às mãos de qualquer um.


O poder de fogo é o maior atentado contra a vida humana. Pois que dizimem essas malditas armas ou acabaremos dizimando a nós mesmos, desde as bombas atômicas até o revólver de calibre mais delgado, desde as ogivas nucleares até as munições.


Já a miséria está revestida pelo regime socieconômico. Isto é, engana-se quem pensa que a miséria é um mal inevitável, pois a causa deste mal é o sistema capitalista global, à qual a grande maioria dos países são coniventes.


Sem esquecer que, essas mesmas armas estão completamente conexas com o regime capitalista, uma vez que são usadas para roubar ou para "se proteger" do roubo. 


É o capitalismo que permite que algumas pessoas vivam sob um estilo exagerado, ao passo em que os outros não possuam nem o que comer. 


O capitalismo é um regime de escravidão, cujo princípio básico é a exploração do homem pelo homem. A sua expressão mais canalha a define muito bem: "Manda quem pode e obedece quem tem juízo."


Dentre muitos outros, estes são os problemas que de longe mais assolam a humanidade. Mas de que serve apontar duas coisas que já estamos fartos de sofrer, às vezes através dos boletins, às vezes na própria pele. Contudo, se há duas grandes complicações, elas têm de ser enfrentadas. Logo, assim como há causas, há os causadores. Portanto, deve haver um trabalho conjunto, onde todos concentrem os esforços no bem comum. Deixemos de lado por um instante os entretenimentos, sejamos menos hipócritas. Chega de mentir para si mesmo. Não espere que um desses males lhe afete diretamente para se comover. 


Lembre-se de que sempre é possível contribuir de alguma forma, altere o meio em que você vive de modo que ajude a exterminar cada um destes males. Afinal, a maneira com a qual o mundo funciona hoje é uma força resultante de uma soma de impactos individuais.


Concluindo, se temos dois grandes problemas para enfrentar, eis que se seguem em ordem de importância: as armas de fogo e o capitalismo.